Como lidamos com o medo influencia muito no que fazemos como ser humano e na carreira. Muito medo leva a competição. Paralisa, pode nos fazer desistir.

Pode nos incentivar a criar desculpas, e acreditar nelas.

Ou

Podemos encarar o medo como parte do processo inicial de algo. Afinal, ninguém começa algo do zero sendo medalhista de ouro, sendo “a melhor”, é um processo.

Já perguntou para o @Gustavo Borges se no primeiro ano dele na natação ele já subiu em algum pódio?

Mas não é tão simples assim confiar no processo. Confiar na nossa própria evolução significa ter fé em nossa própria capacidade de aprender, crescer e melhorar. Um dia de cada vez. Um pouco todos os dias com INTENÇÃO.

Intenção é tão importante, e muitas vezes nos esquecemos de que lideramos nossa mente e não o contrário. Nos sentimos fracos e nos deixamos levar pela correnteza da vida, ou seja, pelo que é mais fácil.

O que é fácil pode agradar o ego por um tempo, mas é fútil, e acaba rápido. Não nos faz crescer.

Mas é justamente ser nós mesmos que nos faz ter mais força e mais conectados com quem somos e nossa capacidade, conhecer enfim nossas habilidades natas.

Recentemente abri uma vaga na minha agência de conteúdo, para produzir artigos de negócios em inglês para blogs e LinkedIn, e recebia candidaturas de pessoas que nem sequer tinham graduação completa, não tinham o perfil preenchido e nenhum texto próprio produzido para que o recrutador pudesse conhecer o estilo e como aquela pessoa escreve.

Em menos de 24h de vaga aberta já recebemos + 100 candidaturas. A maioria sem aderência alguma à vaga.

Pode até ser que essa pessoa sem graduação tenha uma incrível capacidade de escrita, sim. Mas como vou saber na seleção, se não tem nenhum campo preenchido no LinkedIn, nem um artigo publicado em lugar nenhum? Fica difícil conhecer o potencial dessa pessoa, concorda?